O alerta é da Sociedade Portuguesa de Pediatria (SPP): a maioria dos estabelecimentos de ensino pré-escolar públicos não promove a sesta das crianças. O que, para a SPP, é tão grave como se não lhes dessem comida.
No que toca às crianças a partir dos 4 anos, a SPP ressalva que nem todas precisam de dormir a sesta de forma regular. “A família e a educadora de infância deverão avaliar, em conjunto, a necessidade da sua prática em cada criança”, sublinha a recomendação.
Consequências a curto e longo prazo
Segundo a SPP, são várias as possíveis consequências da privação de uma sesta na criança, a curto prazo: distúrbios no humor e nos afetos, perturbação da função neuro-cognitiva e alterações do comportamento e motoras. Também no longo prazo, poderão surgir problemas, designadamente na aprendizagem (refletindo-se no rendimento escolar), no comportamento (défice de atenção e hiperatividade), psicológicos (depressão e ansiedade), alterações orgânicas e perturbação da vida familiar.
Leia aqui na íntegra a recomendação da SPP.










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