Aconteceu esta tarde. Vi aquela mãe aflita, a correr à procura do filho no parque infantil.
Desapareceu-lhe da vista “num instante”, enquanto ela olhava para o telemóvel.
Encontrou-o menos de um minuto depois, segundos que pareceram horas, a brincar no escorrega.
“Não voltas a fazer-me isto, ouviste?”, gritou-lhe. E ele, que não devia ter mais de 4 anos, sem perceber o porquê daquela zanga.
Não a censurei, já me acontecera situação parecida. Ficamos com o coração nas mãos, é uma sensação de impotência indescritível.
Dei por mim a pensar em como “num instante” tudo pode mudar. E em que devíamos, todos, estar mais conectados, não às tecnologias, mas ao que de mais importante temos nas nossas vidas.

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