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Saúde

Tudo o que precisa de saber sobre o sarampo

São já 145 os casos suspeitos de sarampo em Portugal, dos quais 53 foram confirmados. Os números foram divulgados pela Direção-Geral da Saúde (DGS) e dizem respeito ao último balanço (feito às 19h desta segunda-feira).

Para estar informada, aqui está um resumo do essencial que toda a gente deve saber sobre o sarampo:

Sintomas

sarampo é uma doença infeciosa aguda, viral, transmissível, extremamente contagiosa e muito comum na infância. Os sintomas iniciais são: febre acompanhada de tosse persistente, irritação ocular e corrimento do nariz.

Após estes sintomas, geralmente há o aparecimento de manchas avermelhadas no rosto, que progridem em direção aos pés, com duração mínima de três dias. Além disso, pode causar infeção nos ouvidos, pneumonia, ataques (convulsões e olhar fixo), lesão cerebral e morte.

Posteriormente, o vírus pode atingir as vias respiratórias, causar diarreias e até infeções no encéfalo. Acredita-se que estas complicações sejam desencadeadas pelo próprio vírus do sarampo que, na maior parte das vezes, atinge mais gravemente os recém-nascidos, as gestantes e as pessoas desnutridas e portadoras de imunodeficiências.

Transmissão

A transmissão ocorre diretamente, de pessoa a pessoa, geralmente por tosse, espirros, fala ou respiração, daí a facilidade de contágio da doença. Além de secreções respiratórias ou da boca, também é possível a contaminação através da dispersão de gotículas com partículas virais no ar, que podem perdurar por tempo relativamente longo no ambiente, especialmente em locais fechados como escolas e clínicas.

A doença é transmitida na fase em que a pessoa apresenta febre alta, mal estar, irritação ocular, tosse e falta de apetite e dura até quatro dias após o aparecimento das manchas vermelhas.

Prevenção

A suscetibilidade ao vírus do sarampo é geral e a única forma de prevenção é a vacinação. Apenas os lactentes cujas mães já tiveram sarampo ou foram vacinadas possuem, temporariamente, anticorpos transmitidos pela placenta, que conferem imunidade geralmente ao longo do primeiro ano de vida (o que pode interferir na resposta à vacinação).

Fonte: www.bio.fiocruz.br

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